Gilberto Gil João Pessoa

Informações

Data:
6 de junho de 2019 (Quinta-Feira)
Horário:
H
Local:
Teatro Pedra do Reino
Endereço:
Rod. PB-008, Km 5, Distrito Industrial do Turismo Jacarapé

20h:00 Abertura do Teatro / 21h:00 Horário do Show


João Pessoa - PB
Gênero:
Música

Descrição

Recebi uma ligação de minha mãe dizendo: filho, seu pai compôs algumas músicas e quer lhe mostrar. Horas depois nos encontramos em seu estúdio onde ele apresentou uma série de seis ou sete canções feitas num intervalo de dez dias. Na maioria de seus discos, Gil elege uma temática para nortear tanto o repertório como também os arranjos a serem gravados, mas não é esse o caso de “OK OK OK”. A faixa título estava entre as músicas que me foram apresentadas, mas não havia a intenção de Gil em batizar o trabalho com seu nome, o que só veio a acontecer posteriormente.

Naquela tarde ouvi também “OUÇO”, “NA REAL”, “TARTARUGUÊ” e as nominais “YAMANDÚ” (registrada com a participação do homenageado ao violão), “KALIL” e “JACINTHO”. Para formar o repertório do disco totalmente inédito, somou-se a essa meia dúzia de criações outras que haviam sido compostas pouco tempo antes. A primeira delas foi “SOL DE MARIA”, concebida logo após a chegada de sua bisneta. Depois veio “QUATRO PEDACINHOS”, inspirada por procedimento cirúrgico realizado durante o tratamento médico ao qual vinha sendo submetido naquele período. A partir daí, com quase dez canções, entendemos que já era hora de começar a gravar e agendamos o início dos trabalhos para os meses seguintes, e nesse intervalo surgiram as músicas que completam o disco: nossa primeira parceria “SERENO” (feita para meu terceiro filho); seguida por uma nova colaboração entre Gil e João Donato intitulada

“UMA COISA BONITINHA”, iniciada muitos anos antes mas só concluída as vésperas da gravação (que conta com a participação do próprio Donato ao piano elétrico); a também nominal “LIA E DEIA”; e fechando o repertório, a canção oração “PRECE”. Defini como conceito para o disco a ideia de que os acompanhamentos rítmicos, harmônicos e melódicos deveriam estar condicionados a voz e ao violão, e que gravaríamos a maioria das bases com Gil cantando e tocando ao mesmo tempo. As sessões de gravação fluíram de forma orgânica, com o toque e o canto de Gil ditando andamentos e intenções. Porém, conforme ouvíamos as gravações, Gil demonstrava certo desconforto com o resultado, mas sem saber explicar ao certo o que o incomodava. Comigo acontecia o contrário: eu gostava do que ouvia, mas a reação de Gil me levantava suspeitas sobre a possível escolha de caminhos equivocados. Vale destacar aqui a confiança dispensada por Gil (ao longo de todo o processo) em relação a nossa parceria; o suficiente para que eu seguisse com as escolhas feitas. Quando mostrei a ele o disco pronto, ele já com certo distanciamento, gostou do resultado, apesar de reafirmar alguma estranheza em relação a como soava o conjunto da obra. Em sua opinião, tudo era demasiadamente “cool”, o afoxé e a bossa pareciam estar na mesma temperatura e apontou o próprio canto como sendo o principal denunciante. Foi quando tive a certeza do êxito na produção a qual me dediquei. Caetano já se referiu a Gil como sendo o “amigo do músico”, e creio que essa afirmação se deve ao fato de que ao fazer música Gil gosta mesmo é da troca, de que suas criações sejam em parte transformadas pela interferência dos que estão

Release do Artista

Recebi uma ligação de minha mãe dizendo: filho, seu pai compôs algumas músicas e quer lhe mostrar. Horas depois nos encontramos em seu estúdio onde ele apresentou uma série de seis ou sete canções feitas num intervalo de dez dias. Na maioria de seus discos, Gil elege uma temática para nortear tanto o repertório como também os arranjos a serem gravados, mas não é esse o caso de “OK OK OK”. A faixa título estava entre as músicas que me foram apresentadas, mas não havia a intenção de Gil em batizar o trabalho com seu nome, o que só veio a acontecer posteriormente. Naquela tarde ouvi também “OUÇO”, “NA REAL”, “TARTARUGUÊ” e as nominais “YAMANDÚ” (registrada com a participação do homenageado ao violão), “KALIL” e “JACINTHO”. Para formar o repertório do disco totalmente inédito, somou-se a essa meia dúzia de criações outras que haviam sido compostas pouco tempo antes. A primeira delas foi “SOL DE MARIA”, concebida logo após a chegada de sua bisneta. Depois veio “QUATRO PEDACINHOS”, inspirada por procedimento cirúrgico realizado durante o tratamento médico ao qual vinha sendo submetido naquele período. A partir daí, com quase dez canções, entendemos que já era hora de começar a gravar e agendamos o início dos trabalhos para os meses seguintes, e nesse intervalo surgiram as músicas que completam o disco: nossa primeira parceria “SERENO” (feita para meu terceiro filho); seguida por uma nova colaboração entre Gil e João Donato intitulada “UMA COISA BONITINHA”, iniciada muitos anos antes mas só concluída as vésperas da gravação (que conta com a participação do próprio Donato ao piano elétrico); a também nominal “LIA E DEIA”; e fechando o repertório, a canção oração “PRECE”. Defini como conceito para o disco a ideia de que os acompanhamentos rítmicos, harmônicos e melódicos deveriam estar condicionados a voz e ao violão, e que gravaríamos a maioria das bases com Gil cantando e tocando ao mesmo tempo. As sessões de gravação fluíram de forma orgânica, com o toque e o canto de Gil ditando andamentos e intenções. Porém, conforme ouvíamos as gravações, Gil demonstrava certo desconforto com o resultado, mas sem saber explicar ao certo o que o incomodava. Comigo acontecia o contrário: eu gostava do que ouvia, mas a reação de Gil me levantava suspeitas sobre a possível escolha de caminhos equivocados. Vale destacar aqui a confiança dispensada por Gil (ao longo de todo o processo) em relação a nossa parceria; o suficiente para que eu seguisse com as escolhas feitas. Quando mostrei a ele o disco pronto, ele já com certo distanciamento, gostou do resultado, apesar de reafirmar alguma estranheza em relação a como soava o conjunto da obra. Em sua opinião, tudo era demasiadamente “cool”, o afoxé e a bossa pareciam estar na mesma temperatura e apontou o próprio canto como sendo o principal denunciante. Foi quando tive a certeza do êxito na produção a qual me dediquei. Caetano já se referiu a Gil como sendo o “amigo do músico”, e creio que essa afirmação se deve ao fato de que ao fazer música Gil gosta mesmo é da troca, de que suas criações sejam em parte transformadas pela interferência dos que estão
Nome Lote Valor
Bronze - Cadeira Bronze Idoso 1 R$ 60,00
Bronze - Cadeira Bronze Meia 1 R$ 60,00
Bronze Cadeirante - Cad. Bronze Cadeirante 1 R$ 60,00
Bronze Obeso - Cadeira Bronze Obeso 1 R$ 60,00
Prata - Cadeira Prata Idoso 1 R$ 80,00
Prata PNE - Cadeira Prata PNE 1 R$ 80,00
Prata - Cadeira Prata Meia 1 R$ 80,00
Prata Obeso - Cadeira Prata Obeso 1 R$ 80,00
Prata Cadeirante - Cadeira Prata Cadeirante 1 R$ 80,00
Ouro PNE - Cadeira Ouro PNE 1 R$ 90,00
Ouro Obeso - Cadeira Ouro Obeso 1 R$ 90,00
Ouro - Cadeira Ouro Meia 1 R$ 90,00
Ouro - Cadeira Ouro Idoso 1 R$ 90,00
Bronze - Cadeira Bronze Inteira 1 R$ 120,00
Prata - Cadeira Prata Inteira 1 R$ 160,00
Ouro - Cadeira Ouro Inteira 1 R$ 180,00

Formas de Pagamento

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Informações Gerais

Data: 06/06/2019
Local: Teatro Pedra do Reino
Endereço: Rod. PB-008, Km 5, s/n - Pólo Turístico - Cabo Branco, PB, 58047-000
Abertura dos portões: 20h15
Inicio do Show: 21h00

BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA

Rommanel - Shopping Manaíra
Segunda a sábado das 10hs às 22hs
Domingos 14hs às 20hs

Rommanel - Shopping Tambiá
Segunda a sábado das 09hs às 21hs
Domingos 12hs às 20hs